A economia brasileira deve crescer 2% em 2026, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A projeção é sustentada pelo bom desempenho da agropecuária, da indústria extrativa e pela estabilidade do setor de serviços, embora o ritmo seja menor que o registrado no ano passado.
A CNI também revisou para cima a expectativa de crescimento da indústria, impulsionada principalmente pela produção de petróleo e minério de ferro, e elevou a previsão para a agropecuária, diante da expectativa de mais uma safra recorde.
Por outro lado, a entidade alerta que os juros elevados, a alta dos custos de produção e o aumento das importações continuam pressionando a atividade econômica. A projeção para a inflação foi elevada para 5%, enquanto a taxa Selic deve encerrar o ano em 13,75%.
Apesar dos desafios, a CNI avalia que o Brasil deve manter um crescimento moderado ao longo de 2026, com saldo positivo na balança comercial e expansão das exportações.